Refletindo...


"É preciso viver, não apenas existir."
Plutarco


domingo, 12 de maio de 2013

 
"Poucos são aqueles que vêem com seus próprios olhos e sentem com seus próprios corações"
 
Alberto Einstein

domingo, 24 de março de 2013

Simplesmente Simples...


Simplesmente simples...assim, assim...

Domingo de sol, muito sol!
E a gente acorda sem muita vontade de acordar.
E depois o cachorrão chama para sair, senão...
E os passarinhos cantam o dia alegre...
E ao fundo choro e riso de criança...
       elas estão vivas... bem vivas...

O mundo continua.


E descobrimos:
As coisas mais simples são EX-TRA-OR-DI-NÁ-RIAS!



Acordar e espreguiçar!
Sentir-se feliz por estar bem e inteira.

Virar de lado e encontrar seu companheiro dormindo suavemente.

Olhar para baixo e vê teu cachorrão no tapete te olhando alegremente pronto para pular e sair correndo feliz.

Só nos resta agradecermos mais um belo dia!

Feliz domingo de março!


terça-feira, 19 de março de 2013

Águas de Verão

Vendo na net alguns posts "lá de fora" onde o verão é aguardado e reverenciado, captei alguns mimos que são a cara do nosso Brasil, principalmente pra nossas bandas de cá (Norte e Nordeste).
 
Testei algumas receitas, começando com a melancia como fruta básica de algumas delas, e dentre elas o Picolé de Melancia, que achei a cara de nossos tempos de crianças, onde se comia melancia direto na casca, preparada especialmente pelo meu querido pai, com toda sua técnica de deixar apenas o miolo da melancia para nos deliciarmos e fazia de uma simples fruta a festa de toda a turma.

A melancia tem propriedades hidrantes, contém cerca de 90% de água. Além disso, possui também açúcar, vitaminas C, A, B1, B6 e sais minerais, como cálcio, fósforo, ferro, potássio, magnésio e licopeno. E não engorda!
 
Entre os apreciadores de melancia tem os que são mais naturalistas que fatiam a melancia e comem naturalmente sem colheres e nada. Comem com "a boca na botija" - é de lamber os 'beiços'.
 
Tem os naturalista, mas 'nem tanto' que partem a melancia no meio e comem com a colher direto na casca - é uma delícia, docinha, vermelhinha...

Tem os mais cerimoniosos que fatiam a melancia para comerem delicadamente com garfo e faca.
 
De qualquer modo ou maneira - todos resultam num prazer enorme!

Pode ser servida de forma divertida, como um porco espinho, uma jarra, onde se serve a própria fruta pronta para comer ou em forma de suco.
 
Muitas formas para se aproveitar esta deliciosa frutas para refrescar os dias quentes do nosso verão permanente.
 
É fácil de fazer, prático, delicioso e, incrível, ajuda a emagrecer.
Aproveitem!
 
E ainda tem o picolé, que eu ia esquecendo de falar, dos meus bons tempos de criança...
 
Picolé de Melancia
 
Ingredientes:
2 colheres de sopa de açúcar ou substituir por 'linea' (a sucralose que substitui o açúcar);
1/4 de xícara de água;
3 xícaras de melancia, sem sementes e em cubos;
3 colheres de sopa de suco de limão fresco;
1 copo de suco de romã (se for fácil de achar na sua cidade - em alguns mercados onde tem coisas Árabes, você pode achar o concentrado) - opcional.
 
Modo de Preparo:
 
Para fazer o xarope simples, coloque a água para ferver, adicione o açúcar e retire do fogo.
Em seguida, amasse a melancia  que nem purê, e adicione o xarope simples e o suco de limão.
Despeje a mistura em moldes de picolé, ou copos de papel, e preencher até dois terços (2/3) do molde ou copo.
Deixe a mistura congelar por 30 minutos, e depois adicione o sumo de romã. Após mais 30 minutos, adicione os palitos de picolé.
O Congelamento deverá ser, preferencialmente, durante a noite para a melhor congelar.

No outro dia é só comê-los como sobremesa ou no lanche da tarde para refrescar. um dia de calor tropical que nem os nossos.
 
É uma delícia!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Frase da Semana

 
“A qualidade mais importante em um Líder é aquela de ser reconhecido como tal. Todos os Líderes cuja aptidão é questionada são claramente desprovidos de força”.

André Maurois – Romancista e ensaísta francês (1885 – 1967)

domingo, 3 de fevereiro de 2013

De Ponta Cabeça

Belém nos dias de calor, apesar de charmosa, é terrível.
Nessa época de chuvas de verão o calor nos trópicos é algo surreal.
Nossos dias de divas, cheirosas, chapinhas e escovas, maquiadas e arrumadas, acabaram!

Logo depois do almoço e antes da chuva da tarde, Belém vira um forno. Costumamos comentar que deveríamos ter algo como a "sesta espanhola" - depois do almoço até as 16:00 horas, não deveríamos mexer um músculo.

Lembrei do "Agamenon Pedreira" - personagem do Hubert da turma do "Casseta & Planeta" que numa reportagem, reclamou: - "Israel... a Terra pode ser Santa, mas o calor é dos infernos". É porque ele não veio pra Belém nessa época.
 
E nessas divagações, quieta aqui no quarto, após os almoços na casa da Tia nazaré, aproveitei para dar um passeio na "net": - E olhem o que achei! Acho que foi meu subconsciente que achou por mim.

É assim que eu gostaria de estar neste calor infernal!

Morri de inveja, vejam que felicidade seria!

foto encontrada na 'net'
Byebye, porque estou hibernando na frente de um ventilador, com o vestido meio molhado já que não posso fazer o mesmo que nosso amiguinho aí da foto.
 
Beijos tropicais,

Fui!!!!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Aos sinos da Basílica de Nazaré

Este ano, não passamos o Natal e Ano Novo em Belém, mas quando cheguei em janeiro tive uma bela surpresa: uma poesia declamada, com muita emoção, para mim, na mesa de café da tarde, ouvindo os sinos da Basílica de Nazaré, pela própria autora, minha querida tia Nazaré Menezes.

Ficar em sua casa tem momentos maravilhosos como este e como os momentos que ela relembra da Belém antiga, das ruas calmas, das pessoas pacatas, dos rios caldalosos, das histórias marcantes de cada um dos sobrinhos, de seus pais, de suas viagens pelo mundo.

Esta poesia foi feita na solidão das reflexões e na vontade de convidar a todos a viver melhor, a se doar mais, a compartilhar, porque afinal você é aquilo que você compartilha, dizem os gurus da modernidade.

Foto encontrada na net

FIM DE ANO

O ano acabou
e nada mudou...

Outro ano começa.
Começa sem pressa
trazendo esperança
em passos de dança
de um mundo melhor...
sem ódio e sem dor.
De paz e harmonia
saude, alegria
e perfume de flor..

Que os homens se entendam
se abracem, compreendam
que a vida é tão breve
que passa de leve
veloz e fugaz...

Peçamos a Deus,
P'ros meus e p'ros teus,
P'ra cada um de nós,
suas bençãos e paz.
Paz, muita paz,
toneladas de paz.
 
Anamastê!!!

domingo, 27 de janeiro de 2013

Pudim da Brenda

Nesta sequência de 'posts' sobre Belém, não podia deixar de falar de um pudim de maracujá, que é uma delíciada: o "Pudim da Brenda".

 
 
Gente, é uma adequelas comidinhas do paraiso, que eu sempre falo: "Sacia o paladar e alimenta a alma".
Cura as saudades do love e da mamãe; Faz a gente se sentir a vontade, e este segredo faz parte do jeito brejeiro dos paraenses receberem as pessoas em sua casa, seja no Pará ou bem longe dele.
 
Quando ela falou: - Hoje vou fazer pudim de maracujá com calda de maracujá, imaginei que o pudim ficaria ácido demais.
 
Minha surpresa foi provar um pudim macio, suave e crocante pelos caroçinhos do maracujá, pois ela encontrou o ponto de equilíbrio perfeito.
Uma louca delícia! O Pará e sua surpresas!
 
A Brenda é uma jovem, alegre e contagiante que com sua vontade de oferecer sempre algo novo para saborearmos vai nos apresentando petiscos que nos faz esquecer da balança e não querer ir embora da casa da Tia Nazaré.
 
Viva a vida. Viva essa energia vibrante que essa cidade nos passa.
Êêêh, vidaaa!  E viva Belém!!!

Veja a receita:
 
Ingredientes
Pudim


2 latas de leite condensado (de boa qualidade)
1 lata (a lata de leite condensado usada como medida) de suco de maracujá (feito com os 3 maracujas passados na peneira)
3 maracujás
3 ovos
 
Calda
1 lata de suco de maracujá (que sobrou do suco usado para fazer a massa do pudim) com as sementes
2 xícara de açucar
 
Modo de Preparo
Pudim
Bata por uns 3 a 5 minutos no liquidificador as 2 latas de leite condensado, a lata de suco de maracujá e as gemas. à parte bata as claras em neve bem firme e depois junte à massa que foi batida no liquidificador para ficar bem aerada.
 
Calda
Leve ao fogo, já na forma de pudim o açucar mexendo sempre para distribuir o calor e não queimar. Quando já estiver caramelizado junte o suco de maracujá com as sementes e não mexa mais. Deixe a calda apurar novamente e engrossar até a consistência de mel grosso.
 
Desligue o fogo e deixe esfriar para colocar a massa do pudim, se você quiser um pudim sem furinho. Ou despeje a massa do pudim na calda ainda quente se quiser um pudim com furinhos e uma aparência de mais aerado.
 
Depois de colocar a massa do pudim na forma leve ao forno em banho-maria, por aproximadamente uns 60 minutos ou até metendo um palito este saia limpo.
 
Deixe esfriar para desenformar. Se você levar à geladeira para gelar ainda na forma não esqueça de reaquecer a forma na hora de desenformar para que o pudim não quebre.
 
Observação: se você gostar de mais azedinho, aumente a quantidade de maracujá para o suco e menos água na hora de fazer o suco.
 
'Bon appétit'


 

sábado, 5 de janeiro de 2013

É do Pará - Pai d'égua!

Pudim de Tapioca com Calda de Coco Fresco Queimado
 
 
Gente quando vi este pudim na minha frente e notei as gotinhas de tapioca que ficam como que transparentes e se sobressaem da cor do leite, me apaixonei.
 
É comido assim, simplesmente saboreando e termina-se com um belo café ou um belo suco de uma das inúmeras frutas do Pará para arrebatar-nos aos céus culinários.
 
Os ingredientes da receita a gente encontra no "Ver-o-Peso" ou na famosa  "Feira da 25".
 
Se tiver dificuldades de achar o coco para ralar, não se preocupe não 'maninha' vais achar na "Feira da 25", pois lá tem uma barraca ao lado das barracas de farinha, que tritura o coco fresco na hora e deixa no ponto para se tirar o leite e usar o coco raladinho fino para usar no pudim, no bolo, nas cocadas, etc.
 
A tapioca, também "tem lá na 25", nas barracas de farinhas, de preferências, das farinhas de Bragança. Lá tem uma barraca que tem uma "tapioca" tostada maravilhosa que pode vir com coco, se o cliente preferir ou normal. É de lamber os beiços, como diz o paraenses da nata.
 
Aí vai a receita, que foi adaptada por 'Rita Lobo' para podermos fazer em casa e é do 'Chef' Rodrigo Oliveira e saiu na revista 'LOLA' de setembro de 2011, para os que queiram arriscar a fazê-las e se apaixonar perdidamente.
 
Receita
Ingredientes
1/3 xícara (chá) de tapioca granulada (de bolinhas, que parece isopor)
1 1/2 xícara (chá) de creme de leite fresco
200ml de leite de coco
1/2 xícara (chá) de leite (100 ml)
1 lata de leite condensado
2 ovos
2 gemas

 
Calda para a forma
1 xícara chá (200 g) de açúcar
1/3 xícara chá (70 ml) de água

Calda de Coco Queimado
- 1 xícara (chá) de açúcar - 1/3 xícara (chá) de leite de coco
- 1/3 xícara (chá) de água
- 2 anises-estrelados

Crocante de coco
- 1 xícara (chá) de coco fresco ralado

Comece o preparo do pudim: hidrate a tapioca com o creme fresco e o leite de coco por pelo menos duas horas..


Calda para a forma: coloque numa panela a água e o açúcar e leve ao fogo, mexendo devagar até formar uma calda caramelizada. Espalhe numa forma para pudim e reserve.
 
Prepare a calda de coco: caramelize o açúcar e junte o anis, a água e o leite de coco. Cozinhe até obter o ponto de fio grosso. Reserve. Aqueça o coco ralado em uma frigideira, mexendo sempre até dourar. Junte à calda, misture e reserve.

Continue o preparo do pudim: misture os ovos, as gemas, o leite e o leite condensado. Mexa bem, coe numa peneira fina e junte à tapioca hidratada.
Coloque a mistura na forma untada e asse em banho-maria a 150º por 40 minutos ou até firmar. Resfrie o pudim e sirva com a calda quente.

Rende: 8 porções
 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Fuja da mediocridade.


"Tenho mais medo da mediocridade que da morte".
(Bob Fosse)




Como fugir das atrocidades da vida moderna e ainda manter uma identidade única e criativa?

Como fugir do controle midiático do mundo moderno e ainda manter a independência do 'pensar'?

Como fugir do controle disfarçado de ofertas e ainda manter um estilo longe das regras da 'modernidade' ditadas pelos estudos de marketing do mercado?

Como ser você mesmo diante de tantas teorias e regras, ofertas, midías, controles religiosos?

Como manter sua integridade física, moral, mental, psíquica e espiritual diante de tantas ofertas de vida 'fácil'?

Como ser VOCÊ e saber que você é o que você realmente queria ser?

Fuja... da mediocridade da massa! ...de todos iguais! ...do acesso fácil!  Lembre-se sempre de se lembrar de nunca esquecer de lembrar que você, só você, é a força criadora da sua vida!

Depende somente de você!
Realize!

Feliz 2013!!!!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

É disso que o paraense gosta, é isso que o paraense quer...

 
Lembrar das mangueiras das janelas do apartamento da tia Nazaré, em Belém, diga-se é especial por todos os fatos: o apartamento fica no Edifício Metrópole, na Avenida Nazaré, ao Lado do Santuário de Nazaré e as mangueiras que tem as mangas à nossa disposição ficam na altura das janelas do apartamento que, pasmem, fica no terceiro andar.
 


Sentir o cheiro do tacacá, vatapá, açaí das barracas da Avenida Nazaré no final da tarde e encontrar os carrinhos com frutas a cada esquina da cidade, todo exibido por causa de suas frutas, mais cheirosas, coloridas, diversas, como pupunhas, abius, biribás, mangas, taperebás, castanhas do pará, etc.

 

 

Daí, pensando na vida do paraense, pergunta-se: você sabe do que o paraense gosta e o que o paraense faz com prazer e que já faz parte de seu jeito ‘caboclo’ de ser, no sentido de ser o 'mais legítimo dos jeitos' brasileiros de ser!
 

É disso que o paraense gosta, é isso que o paraense quer:

- Tomar açaí sem açúcar com peixe frito ou camarão seco;
- Jamais comer manga com febre

- Se empanturrar de pupunha com manteiga real e café;
- Ter um natal em outubro e outro em dezembro;
- Ver se ninguém tá olhando e juntar uma maga que caiu na rua;
- Ser devoto fervoroso de Nossa Senhora de Nazaré;
- Ir aos domingos com os filhos na Praça da República;
- Já ter ido alguma vez na Corda do Círio;
- Ter acompanhado o Círio no meio da multidão;
- Acreditar no poder terapêutico dos banhos e garrafadas;
- Encher um paneiro com manga depois do toró;
- Comer peixe frito com pimenta de cheiro;
- E comer mingau de tapioca com 'banana da terra' no Ver-o-Peso;
- Sentir-se um ser do rio e da floresta;
- Falar 'Égua' para o que for fora do comum;
- Ir às lágrimas quando vê passar a Berlinda;
- Ter uma Estrela Azul e solitária em sua Bandeira;
- Comer ‘quase tudo’ com farinha;
- Trazer no sangue o ritmo do Carimbo, Siriá e Marujada;
- Participar com chapéus coloridos do Arraial do Pavulagem;
- Passear na Estação das Docas apreciando a Baía de Guajará;
- Dirigir quilômetros para tomar água de coco em Icoaraci;
- Ir bem mais longe comer uma tapioquinha no mercado de Mosqueiro;
- Ter roupas perfumadas por patchuli;
- Ficar feliz ao encontrar paraenses fora do estado ou do país;
- Achar que tudo que é bom é – Pai D’Égua;
- Tomar uma cuia de tacacá no calor insuportável das três da tarde;
- Almoçar maniçoba e pato no tucupi no dia do Círio;
- Chupar uma manga até o caroço;
- Ter o orgulho do maior e mais belo Círio do mundo;
- Ter o carro amassado ou o para-brisa quebrado por uma manga;
- Se empanturrar de pupunha com manteiga real e café;
 
Sentir os pingos de chuva da tarde que espalha no ar o cheiro amazônico e os periquitos em bando, chegando à sumaumeira secular da pracinha do Santuário... um "q" de Belém que não se esquece.
 
 
E o melhor de tudo:
Adorar, como EU, mesmo não sendo paraense,vadiar pela cidade aconchegante e acolhedora que ama, e parar em uma das sorveterias da Cairu para tomar sorvete da fruta que lhe apetecer: esta é a minha, a nossa Belém!!!

 
* Parte deste relação foi inspiração na internet onde encontrei as coisas que o paraense gosta, infelizmente sem a identificação da autoria. Se alguém souber, me ajude a fazer justiça.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

2012 - Repensando um Natal


Bom passou o dia 21/12/2012 e as "previsões maias de um fim apoplético" foram substituídas por uma apreensão pelo futuro do nosso querido e amado planeta e de nossa atrapalhada espécie.



Revendo pois, a cronologia histórica da filosofia, vemos que passamos por várias fases - quem sabe os Maias não queriam nos dizer que este dia é um marco de um novo ciclo - onde o humano, que foi tão trágico para a humanidade e o planeta, agora este entendimento seja substituído por uma visão universal, onde a vida humana não é o centro, mas sim a própria existência "Ad infinitum", no nosso planeta, no planeta dos outros, no universo!

Um senso UNIVERSAL onde o bem maior a ser preservado é a VIDA, em todas as suas formas, sem o formato ou conceitos pré-concebidos.

Viva A VIDA!

Um brinde ao eterno e como diz meu querido Murilo: "ETERNO é para sempre"!

Que esta noção possa despertar em nossos corações e nossas 
consciências uma nova forma de amar, sabendo que "Eu sou tudo o que já vivi e também o que vivo", como diz a nossa querida Denise. E completaria, com base nesta visão universal, que somos tudo o que vivemos o que somos, e o que já estamos preparados para ser; o que o outro vive, o que o outro é e o que o outro também está preparado para ser, em uma dimensão exponencial que certamente provocará esses encontros, em um universo que estamos construindo para novas e contínuas existências.

Nossa consciência nos diz que não podemos evoluir sozinhos, e por isso teremos que resgatar a todos, sempre, tantas vezes quantas forem necessárias, fruto das inúmeras oportunidades perdidas por momentos ainda não alcançados.

Viva todas as possibilidades de vida - neste planeta ou noutro sistema; nesta dimensão ou nos infinitos universos paralelos. Mas viva intensamente a determinação da evolução.

Feliz Natal de 2012!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Fazenda da PAZ - Unidade Feminina

Vi no face, e fiquei feliz de participar.

Célio Barbosa, Coordenador da FAZENDA DA PAZ - UNIDADE MASCULINA, está lançando esta Campanha!

Essa idéia é boa.
Essa idéia vale a pena apoiar!

Até que enfim, como diz o piauiense, alguém ou alguma Instituição pensa nas nossas mulheres.
Assim, vamos juntos construir a UNIDADE FEMININA DA FAZENDA DA PAZ, é fácil, é só ligar.
Apoio, EMPRESA Oi e SISTEMA MEIO NORTE DE COMUNICAÇÃO. 

LIGUE:

0500.860.0005  para doar   5,00 Reais

0500.860.0010  para doar 10,00 Reais
0500.860.0015  para doar 15,00 Reais

É só ligar. Ajude a retirar as mulheres do envolvimento com as drogas!

Convoca-se a todos!
O povo apoia!
 
Assim, convoca-se também a adesão de TODOS (Deputados, senadores, vereadores, prefeitos e governadores e envolvidos que possam agilizar esta ação) a nos ajudarem nessa campanha.
 
Ligue e apoie!
 

domingo, 15 de janeiro de 2012

2012 - O Ano dos Maias

Bom o Natal passou, o Ano novo começou e mil atropelos, como sempre, também começam e para acalmar a mente e a alma, faz-se um pouco de origami, como meditação "no aqui e agora", sem falar que fica o prazer da traquilidade e o equilíbrio para começar tudo de novo e da beleza dessas figurinhas a enfeitar nossa casa.

Assim, para quem já sabe bons tsurus e para quem quer aprender aí vão dois vídeos que eu achei no youtube. Já os tinha a algum tempo, mas foi com a Denise, em Sampa, que tive coregem de fazê-los. Depois me digam o que acharam da terapia.

Vídeo 1- Tsuru Básico (by Jonakashima)




Vídeo 2- Variações do Tsuru (by Jonakashima)


Vídeo 3- Bookmarker Tsuru (by todashimori)




São lindas peças, não?! E ainda tem a lenda de que ele vive mil anos e tem o poder de conceder desejos. Se uma pessoa dobrar mil Tsurus e fizer seu desejo a cada um deles, ele será atendido. Então, o que estamos esperando?! Mãos à obra que é início de ano e fazer mil tsurus leva um certo tempo, dependendo de nossas habilidades e dedicação talvez consigamos ter nosso desejo alcançando ainda neste ano.

Bons tsurus e belos desejos e que eles se realizem sempre!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal


Esta mensagem de Emmanuel através de Chico Xavier é para que possamos refletir sobre o estado atual das coisas, do mundo, das nossas relações com as pessoas, os animais, o nosso planeta e como a divindade.

Como dizia um filosófo canadense: um mundo criado pelo ratos para os ratos e não um mundo criados pelos gatos para os ratos...podem encarcerar um homem, um rato...mas nunca uma idéia!

Vivamos plenamente no bem querer, fazer, pensar para que ele possa se concretizar!

"A humildade não está na pobreza, não está na indigência, na penúria, na necessidade, na nudez e nem na fome. A humildade está na pessoa que tendo o direito de reclamar, julgar, reprovar e tomar qualquer atitude compreensível no brio pessoal, apenas abençoa"

Um feliz natal de verdade, humilde, não na falta de presentes ou de comeres, mas na abundância de indugência para conosco e com o próximo.

Que os espíritos bem-feitores nos iluminem como uma árvore frondosa e que possamos abrigar a todos a nossa volta.

Todos do Vivendo a Vida

Feliz Natal e Boas Festas!!!




A todos os que me acompanham, seja na minha vida ou no meu blog um mundo repleto de energias positivas e que os nossos mentores espirituais consigam nos inspirar para que possamos fazer um 2012 cheio de atitudes positivas, forças, perserverança, otimismo e prosperidade!

Francisca Araújo

domingo, 20 de novembro de 2011

Lazanha Maranhense

Lazanha Maranhense
Ainda na onda de falar da época sem post, aí vai.
Criação de uma piauiense, quase belenense, quase ludovicense...vixe!
Algum tempo atrás o maridão quis homenagear uns amigos do CAVU oferecendo um almoço aqui em casa, feito pela sua chef predileta - euzinha aqui - mas ele é suspeito, não!?
Lá fui eu criar um cardápio que agradasse a todos!
Fuça lá, fuça cá e pimba! Achei!
Criei então, com base em alguns ingredientes maranhense um prato, penso eu, que agradaria a todos: uma massa (quase uma paixão nacional) recheada com umas verduras com a cara do maranhense: abóbora, jongomes e vinagreira (aquela usadas na rabada) e um bom queijo catupiry.

Sabe que ficou muito, muito, muito melhor do que eu podia imaginar!
Ficou um sabor delicado e muito refinado.
Nascia aí a Lazanha Maranhense. Uma verdadeira iguaria goumert.
E para acompanhar!?Um belo cupim, assado durante 6 longas horas, para retirar todo o excesso de gordura e ficar muito delicado no corte, macio e tenro ao mesmo tempo - consitência de um belo rosbife rosado e suculento, regado com um belo azeite de pimentão.
Pena que não tem foto. Esquecemos de tirar fotos antes deles atacarem e quando começaram nem lembraram da bendita foto. Na próxima, prometo que fotografo direitinho.
Para harmonizar um belo vinho Santa Helena - Signo Douro, carménère, frutado, cheio e potente que acompanha bem esta receita que tem uma carne um pouco mais gordurosa como o cupim.

Foi sucesso absoluto!
Inté a próxima!

domingo, 13 de novembro de 2011

Felícia: "Felina, Selvagem, Psicopata, Homicida"

Achei na net!
São lindos este bando de gatinhos, cachorrinhos, patinhos, bichinhos...São lindos, lindos...
Acho que foi a viajada pelo Facebook vendo vocês falarem dos bichos queridos que alegraram tantos momentos.
A DD tem razão "Para a Felícia, caia como luva o título de uma revista do Calvin e Haroldo: "Felina, selvagem, psicopata, homicida"! Linda e livre.

Assim, esse post é em homenagem a ela e a0 Romão, ao Dilly, ao Babuska, ao Mike, ao rabugentinho do Roger, ao Brandy, ao Buster, a Mel, a Hanna, a Angra, ao Otelo, ao Brian e ao Jadice...

E copiando a DD, mais uma vez, para se ter uma idéia correta do tom "Otelo num é muito lord não e é maiado de preto com preto! Mas num é moiado não, é lindo!

O Dilly era lord, lord, lord... Tanto que a mãe dizia que o Romão e ele se pareciam muito. Agora fiquei foi com saudade dos bichos tudo, lord ou não.

MikeMike (complicado e perfeitinho), Billy (meu mais alucinado e fiel companheiro), Dilly (o mais nobre de todos), Romão (versão cat do Dilly), Brandy (ruãzinho safado), Felícia/ Fefê (a mais linda e grudenta siamesa que já se apregou no meu calcanhar), Café/Mingau (meu pretinho paraplégico), Napoleão, Buster, Belle, Vicky, Greg, Mollly, Ô, Rosa, meu Lôro, Jadice... tantos tantos. E hoje sem nenhum (snif snif). Deve ser por isso que fico fotografando bichos por aí".

Este post é em homenagem a todas e todos vocês e uma promessa que estaremos juntos, mesmo longe fisicamente, hoje e sempre!
Viva os Teixeiras!

domingo, 6 de novembro de 2011

Feijoada de Bolso

Voltei e com todo o gás!
Quero compartilhar com vocês muitos momentos interesantes pelo qual passei neste dias sem posts. E, não poderia perder esta oportunidade de registrar o primeiro tão feliz encontro para receber a Adriana e o Lealdo (Lealdinho para os íntimos) e os pais dela.

Adriana é nossa sobrinha postiça (espiritual como ela diz). Lealdinho é o namorado que estuda mecatrônica em Sampa e que fomos apresentado agora, depois de um certo tempo de espera. O que fazer para recebê-los. Oh, dúvida atroz!!!

Combinamos com ela que seria uma degustação simples e um bom vinho para animar o papo. E, busca material daqui, leva dali. Na véspera da desgustação, numa dessas noite insones do maridão, uma enorme saudade da infância e das nossas famílias, ele sugeriu: Porque não fazemos algo parecido com aqueles capitãeszinho que nossas mães faziam quando erámos criança?

Lá fomos nós pensar como faríamos os tais capitãeszinhos? Deveria entrar feijão (de preferência o preto - é mais fácil de achar e mais fácil de agradar a todos), paio e linguiça portuguesa (legítima) e arroz branquinho (escolhemos aquele usado pelos japoneses para fazer sushi, pois ajudar a ficar grudadinho) nos tais capitãeszinhos.

Ih, ia esquecendo, depois de enroladinho passados na farrofa de "farinha de biscoito para farofa da Região de Bragança-PA" com manteiga real. Era demais para o caminhãozinho do Lealdo segundo a Gleyne, prima da Adriana.

Até aí tudo bem! Faríamos em forma de bolinhas e num tamanho tal que desse para pegar e colocar direto na boca (fingerfood e comfort food). E o que acompanharia? Uma bela carne que também pudesse ser trinchada ou fatiada bem finhinha para ir direto na boquinha da criatura, sem trabalho.

No outro dia, conversando com a empregada, a Ana, e explicando tudo, ela sugeriu então a picanha no forno feita no sal grosso, mesmo depois de achar a idéia de fazer simples capitãeszinhos para receber alguém , meio esdruxúla (os patrões anteriores eram pomposos).

Aí pensei, se os ascepipes serão feitos por piauiense, com alguns ingrediente paraenses e ludovisense e na terra dos Ludovicenses para receber um estrageiro meio paulista, meio nordestino que tal acrescentar como acompanhamento o prato mais ludovicense do pedaço? Bem vindo então o Cuxá (uma pasta verde feita somente de vinagreira - uma folha azedinha que é uma maravilha).

Para temperar que tal a pimenta biquinho que na realidade é mineira, mas foi adotada pelos ludovicenses muito bem? Para dar um toque cosmopolita que tal acrecentar conservas de berinjela e tomante seco com azeite e ervas? E, para quem não gosta da berinjela que tal se fosse uma com abobrinhas grelhadas, azeites e ervas?

Ai, ai, ai... Na hora que eles chegaram apertou o medo de não agradar, mas a surpresa (ou seria média) foi ótima: os queijos sobraram! E, o papo rolou solto e os bolinhos "feijoada de bolso" (apelido dado pelo maridão), também.

Então, benvindo Lealdo e Adriana, Gil e Jura.

Que venham outras degustações...pois ainda temos uma comidinhas gostosas para fazermos novas re-leituras.
Sofro!